Oi pessoal, nossa visita ao museu foi um sucesso.
Aprendemos muito sobre a cultura egípcia, vimos a exposição de paleontologia (temporária), conhecemos a múmia Thotmea, vimos artefatos egípcios, visitamos a Biblioteca de Alexandria, conhecemos a ordem rosa cruz e muito mais.
Cultura egípcia: A cultura egípcia foi profundamente influenciada pela religião; principalmente a arte e arquitetura. Contudo, os egípcios, buscando soluções para problemas práticos, nos deixaram também um vasto legado científico.
Pinturas e Esculturas: As pinturas e as esculturas eram, geralmente acompanhadas de inscrições hieroglíficas que explicavam as cenas ou figuras ali representadas.
Religião: A religião egípcia baseava-se no politeísmo, com deuses em forma de animais (zoomorfismo) ou um misto de homem e animal (antropozoomorfismo).
Os objetos expostos são réplicas das obras que estão em outros museus, como o britânico e o egípcio.
FOTOS DA EXPOSIÇÃO PERMANENTE:
Museu Egípcio Rosa Cruz
Sede da Ordem
Pedro, Fernando, Victor, Melissa e Cauã fazendo pose na frente do Museu
Sarcófago
Os sacórfagos (túmulo em que os antigos colocavam os cadávares que não eram cremados) eram feitos de madeira ou pedra e possuíam a feição dos mortos, para facilitar o trabalho de reconhecimento da alma em seu possível retorno após a morte.
Rainha Nefertiti
Foi uma rainha da XVIII dinastia do Antigo Egito, esposa principal do faraó Amen-hotep IV, mais conhecido como Akhenaton. As origens familiares de Nefertiti são pouco claras. O seu nome significa "a Bela chegou", o que levou muitos investigadores a considerarem que Nefertiti teria uma origem estrangeira, tendo sido identificada por alguns autores como Tadukhipa, uma princesa do Império Mitanni (império que existiu no que é hoje a região oriental da Turquia), filha do rei Tushratta.
Cauã posando com estátua
Estátua
Múmias de Animais
Alguns eram animais de estimação e acompanhavam o dono durante a eternidade; existem casos de reis enterrados com leões, macacos e cães a seu lado. Outros animais (ou pelo menos parte deles) eram conservados como alimento. As melhores costeletas, bifes do lombo e pombos eram salgados, secados e enrolados em linho como merendas gourmet para o caminho do além.
O caso mais interessante é, no entanto, o daqueles que eram mumificados por serem considerados representações vivas de um deus.
Hieroglifos
Estela de Roseta (Pedra de Roseta)
A “Pedra de Roseta”, uma lápide de basalto negro onde foram encontradas inscrições em grego, hieroglífico e demótico. Somente em 1821, graças aos esforços do jovem pesquisador Jean François Champollion, a palavra “Ptolomeu” foi por ele traduzida desse documento escrito. A partir daquela pequena descoberta, foi possível realizar a leitura de uma variedade de outros documentos que explicam importantes traços desta civilização.
Estátua do escriba desconhecido
(nosso mistério)
Os escribas eram os únicos que dominavam a leitura e a escrita dos hieróglifos. Sua formação acontecia em uma escola palaciana onde os mais bem preparados obtinham cargos de fundamental importância para o Estado. Entre outras funções, um escriba poderia contabilizar os impostos, contar os servos do reino, fiscalizar as ações públicas e avaliar o valor das propriedades.
Placa do escriba desconhecido
A patrulha posando com o escriba desconhecido
Placa sobre a escrita egípcia
Em linhas gerais, os egípcios desenvolveram três sistemas de escritas diferentes entre si. A primeira e mais importante delas é a hieroglífica, que era estritamente utilizada para a impressão de mensagens em túmulos e templos. Logo em seguida, havia a escrita hierática, uma simplificação da hieroglífica, e a demótica, utilizada para escritos de menor importância.
Vasos canópicos
Eram vasos onde se guardavam os órgãos vitais quando o egípcio falecia. Os vasos eram à imagem dos deuses filhos de Hórus. Estes deuses estavam estritamente ligados ao culto funerário, não tendo sido alvo de nenhum culto em templos.
O vaso com a imagem do homem guardava o fígado, o com a imagem do babuíno guardava os pulmões, o com a imagem do chacal guardava o estômago e o falcão os intestinos.
Eram esses órgãos que o morto precisaria quando voltasse ao seu corpo
Quadro mostrando a vida pós morte de acordo com a crença egípcia
Acreditava-se que, após a morte, a alma comparecia ao tribunal de Osíris para julgamento de seus atos em vida. Inocentada, a alma poderia voltar a ocupar seu corpo se o mesmo tivesse condições de recebê-la, daí a preocupação com a mumificação dos cadáveres.
Máscara egípcia
FOTOS DA EXPOSIÇÃO DE PALEONTOLOGIA (TEMPORÁRIA)
Fóssil de Peixe
Cauã posando com fósseis
Fernando e Gustavo olhando os fósseis
Fóssil de lagarta aquática
Melissa posando com fóssil
Tiranossauro Rex
Patrulha posando junto aos fósseis
Fósseis
FOTOS DA BIBLIOTECA:
Cauã, Victor, Melissa, Fernando, Pedro e Isabela na frente da biblioteca
Patrulha em volta da mesa da biblioteca
Biombo da hora do conto para apresentações com fantoche
Cantinho da leitura
Hora do Conto
Placa que fica na mesa sobre aves em extinção
Placa da mesa sobre dinossauros
Placa da biblioteca da Ordem Rosa Cruz
Recepção da biblioteca e estantes
FIM
Gostaram da atividade? Não se esqueçam de fazer um relatório sobre a visita.
Até a Próxima